Chloe Gong diz que adaptação de “Prazeres Violentos” segue em conversas e se declara aberta a qualquer formato

Em entrevista à Variety, a autora afirmou que não tem nada a anunciar sobre o projeto comentado há anos, mas que a indústria continua interessada. Ela também comentou a reação dos leitores ao fim da trilogia “Eyes of Kings”.

A adaptação de Prazeres Violentos continua circulando por Hollywood sem nada fechado. Em entrevista à Variety, Chloe Gong afirmou que o projeto baseado em seu romance de 2020 segue em conversas, sem anúncio oficial de estúdio ou de plataforma.

O livro reconta Romeu e Julieta na Xangai dos anos 1920 e foi o título que projetou a autora. A possibilidade de uma versão para cinema ou televisão aparece em noticiário especializado há anos, mas nunca passou do estágio de rumor. Gong disse à publicação que não tem novidades a apresentar:

Pelo que sei, as coisas estão sempre se movendo de algum jeito na indústria. Mas não tenho nada a relatar, pelo menos por ora. As pessoas estão sempre olhando meu trabalho. Estão considerando, e estão em conversa.

A autora Chloe Gong escreve fantasia romântica e intensa | Créditos: Jon Studios

Questionada sobre o formato que preferiria, a autora disse não ter exigências e apontou a dificuldade técnica de levar fantasia às telas:

Eu sempre disse que adoraria qualquer tipo de adaptação. Sou uma autora nada exigente. Acho que a fantasia é um terreno bem difícil de adaptar. Há muita computação gráfica envolvida, sobretudo quando os personagens fazem o que na prática é magia, mesmo que eu não use esse termo na série de livros.

Um ano de lançamentos

Gong publicou no mês passado Eyes of Kings, volume que encerra sua trilogia de fantasia adulta inspirada em Antônio e Cleópatra, de William Shakespeare. Em novembro chega o segundo livro de outra série assinada por ela, e a autora escreve ainda dois títulos previstos para os próximos anos. Um deles é o primeiro trabalho dela em registro contemporâneo, que ela descreve como um romance de Emily Henry cruzado com um apocalipse zumbi.

Sobre a recepção ao desfecho da trilogia, Gong contou que evita procurar reações, mas recebe as marcações dos leitores nas redes sociais:

Eu não procuro por vontade própria. Gosto de preservar minha sanidade assim, mas tenho leitores incríveis que me marcam nas reações deles. Ninguém está feliz, mas todo mundo se divertiu muito, eu acho.

A autora contou que avisava o público desde o primeiro volume de que a trilogia era fantasia adulta e que haveria confronto. Nenhuma adaptação de obra de Gong está confirmada para cinema ou televisão, e Eyes of Kings ainda não tem edição brasileira anunciada.

Fonte:Variety

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