A franquia de tiro mais longeva da Electronic Arts está perto de virar filme. A Sony Pictures entrou em negociações para ficar com os direitos da adaptação de Battlefield para o cinema, projeto que tem Michael B. Jordan como produtor e possível protagonista e Christopher McQuarrie encarregado da direção e do roteiro.
Segundo informações divulgadas pelo Deadline, McQuarrie também assina a produção, ao lado de Jesse Stern, da Electronic Arts, de Carter Swan, da Emerald Neon, de Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo, e de Elizabeth Raposo, presidente da Outlier Society, produtora de Jordan. Os detalhes da trama estão guardados e a Sony não comentou a negociação.
A Variety acrescenta que o pacote chegou à Sony depois de uma disputa entre vários estúdios pelos direitos. As duas publicações descrevem o acordo como uma conversa ainda em andamento, e não como uma compra fechada.
Sobre o projeto
Battlefield é uma série de jogos de tiro em primeira pessoa centrada em combate multijogador por terra, ar e mar, com cenários que vão das duas guerras mundiais ao Vietnã e a um futuro próximo. A franquia já vendeu dezenas de milhões de cópias no mundo, de acordo com o Deadline, e ocupa na Electronic Arts um posto comparável ao de Call of Duty na concorrência.
A adaptação coloca a Sony num terreno que o estúdio já conhece, depois de levar ao cinema personagens de games como Uncharted. McQuarrie vem de uma sequência de trabalhos na franquia Missão: Impossível, que dirigiu a partir de Missão: Impossível, Nação Secreta, e sua chegada ao projeto indica a intenção de tratar o jogo como filme de ação de grande porte.
Para Michael B. Jordan, o projeto se soma a uma lista de produções em que ele acumula as funções de ator e produtor, modelo que vem adotando com a Outlier Society desde Creed, Nascido para Lutar. O ator também aparece ligado a outro projeto de peso noticiado nos últimos dias, o novo Miami Vice.
Nada do que foi divulgado define o formato da história, o elenco de apoio ou o calendário de produção. Não há data de estreia anunciada, nos Estados Unidos ou no Brasil, e a Sony segue sem confirmar oficialmente o acordo.
