Aaron Sorkin contou que a saída de Jesse Eisenberg de The Social Reckoning o pegou de surpresa. O roteirista, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por A Rede Social (The Social Network), de 2010, afirmou que nunca lhe ocorreu que o ator pudesse recusar o retorno ao papel de Mark Zuckerberg na sequência.
Sorkin relembrou o encontro em que avisou Eisenberg sobre o roteiro que estava por chegar:
Eu estava a umas duas páginas de terminar e encontrei com ele e disse: vou te mandar uma coisa em algumas semanas. Ele sorriu e assentiu, e eu mandei. Nunca me ocorreu que ele não fosse querer fazer.
Sobre o filme
Segundo informações divulgadas pelo Deadline, a declaração foi dada a poucos dias da estreia do longa nos Estados Unidos. Com a recusa, o papel ficou com Jeremy Strong, que assume o fundador do Facebook na nova fase da história.
O filme acompanha a ex-engenheira da empresa Frances Haugen, interpretada por Mikey Madison, e o jornalista Jeff Horwitz, vivido por Jeremy Allen White. A dupla está no centro da investigação que expôs documentos internos da companhia e deu origem à série de reportagens The Facebook Files, publicada pelo The Wall Street Journal em 2021. O elenco reúne ainda Bill Burr, Billy Magnussen, Wunmi Mosaku e Betty Gilpin.
Sorkin volta a assinar o roteiro, como fez no primeiro filme, e nesta produção também dirige, função que em 2010 ficou com David Fincher. O trailer divulgado pela Sony Pictures apresentou o tom da continuação:
Quando estreia
Strong tem chamado atenção pela dedicação ao método de preparação. Em entrevista ao podcast The New Yorker Radio Hour, citada pela Variety, o ator disse que não sente necessidade de pedir desculpas a colegas de set que considerem que ele leva o processo a sério demais.
The Social Reckoning chega aos cinemas brasileiros em 8 de outubro, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
