O DC Studios chegou ao topo com um filme de terror. A bilheteria de Cara-de-Barro (Clayface) abriu com cerca de US$ 24 milhões nos Estados Unidos, segundo o The Hollywood Reporter, em mais de 3.400 salas norte-americanas. O número ficou pouco abaixo da projeção da Warner Bros. Pictures, que trabalhava com uma faixa de US$ 25 milhões a US$ 30 milhões.
Nos mercados internacionais, o longa somou outros US$ 19 milhões em 76 países, de acordo com a publicação. O orçamento é de US$ 44 milhões, valor contido dentro da linha de filmes de gênero do DC Studios e distante do padrão das produções de super-herói do estúdio.
A comparação interna favorece o projeto. Ainda segundo o The Hollywood Reporter, Supergirl estreou com US$ 37,1 milhões nos Estados Unidos no meio do ano, com orçamento de US$ 170 milhões.
O público deu nota A- no CinemaScore. No Rotten Tomatoes, o filme registra 75 pontos entre críticos e 94 entre espectadores, de acordo com a mesma apuração.
No Brasil, Cara-de-Barro estreou na liderança já na quinta-feira, segundo o Filme B. A distribuição nacional é da Warner Bros. Pictures.
Em segundo lugar nos Estados Unidos ficou Tudo pode ser visto (You Can See Everything), documentário da A24 sobre Elizabeth Holmes, com US$ 19,5 milhões no segundo fim de semana e US$ 45,1 milhões acumulados no mercado interno. A terceira posição ficou com Wildwood, animação em stop motion do estúdio Laika, com cerca de US$ 11,6 milhões.
Sobre o filme
Tom Rhys Harries interpreta Matt Hagen, ator que procura uma cientista, papel de Naomi Ackie, depois de ter o rosto desfigurado. James Watkins assina a direção dessa versão em chave de terror corporal de um vilão das histórias do Batman que não era conhecido do grande público, caminho diferente do adotado nos filmes derivados de vilões lançados nos últimos anos.
É o primeiro filme de terror lançado dentro do universo que James Gunn e Peter Safran montaram para o DC Studios. Cara-de-Barro segue em cartaz nos cinemas brasileiros.
